Saturday, February 23, 2013
Un Barcelona en horas bajas
Friday, February 22, 2013
O triângulo das Bermudas, a quadratura do círculo, a geometria de Euclídes. As formas matemáticas fazem parte da vida diária de um treinador. Milhentas vezes vemos os treinadores dirigirem-se aos jogadores mostrando imagens tácticas elaboradas onde setas e formas geométricas são utilizadas para explicar aos jogadores o que pretende o treinador.
Os "matemáticos" italianos, aka "allenatori", são mestres da táctica, onde a "geometria defensiva" é a base da equipa. Contudo os triângulos no meio-campo são sempre interessantes de analisar numa equipa italiana. O vértice inferior, quando o triângulo está invertido, apresenta sempre um jogador que prima pela qualidade do passe e controlo de bola. Não o "carregador de piano", mas o próprio pianista. Pirlo na Juventus, Montolivo no AC Milan, Valdés no Parma são exemplos da singularidade táctica que podemos ver em Itália.
Saturday, February 16, 2013
Un Milán pensando en la Champions
Friday, February 15, 2013
Desilusiona el Atlético de Madrid
Thursday, February 14, 2013
A desilusão. Abrem-se as páginas dos “periódicos” espanhóis e atribuem-se culpas. A verdade é que a pressão sobre a equipa de José Mourinho é imensa. A uma distância irrecuperável do Barcelona na liga espanhola, o Real Madrid apostava e aposta pela décima. Mas uma equipa em claro declínio, onde o conflito treinador/jogadores é cada vez mais patente, cai perante uma jogada típica de um clube inglês. Um canto aproveita o bom jogo aéreo dos ingleses e a falta de jogo aéreo por parte dos espanhóis. Que falta fazes Pepe.
Quo vadis José Mourinho? O fim está próximo. A aventura em terras de “nuestros hermanos” parece terminar, sem chama, com desilusões atrás de desilusões. Batalhas sem sentido. Deixar Casillas no banco para colocar Adán com o pretexto de que estava em melhor forma. Mas é Diego Lopez quem joga agora. Enfim, o final está cheio de peripécias que não ajudam em nada. Mourinho é o mestre dos “mind games”. Mas quando os usa direccionados para o adversário. Recados internos necessitam de ser respaldados pela direcção, que nunca foi fã de José.
Pena, porque é de um facto um treinador fora do normal. A saída de Guardiola esvaziou Mourinho. Sem o seu rival predilecto, já que Tito Vilanova é mais discreto e os problemas de saúde não permitem uma luta de titãs como se esperava, levam a que até com Pep em pleno descanso, Mourinho lhe dirija palavras. Não treinarei nenhuma equipa alemã, diz José.
Faltam-lhe moinhos de vento para combater. Falta-lhe Arsene Wenger ou Alex Ferguson. Falta-lhe Pep ou Preciado. Falta-lhe alma. Está na hora da saída. Resta saber se no final da época ou após a eliminação precoce que se avizinha numa Champions que era a única luz ao fundo do túnel “madridista” na semana passada.
Wednesday, February 13, 2013
El jeque del PSG
Que se preparen los demás clubes europeos, porque el jeque no va en broma.
Tuesday, February 12, 2013
Saturday, February 2, 2013
Qualquer semelhança com a realidade é pura ficção.
Todos nós, amantes de futebol, fanáticos, connoisseurs profundos das minudências tácticas aplicadas nos relvados, sintéticos, com areia, ou relva alta, jogamos, agora ou no passado, simuladores da realidade futebolística. Não os jogos em que controlas o jogador, mas aqueles em que tens o poder de decisão. A palavra final. Jogo em 4-3-3, em 4-4-2. Será que aquela máquina reconhece as dificuldades de um terreno pastoso. Será que o simulador permite ligar os aspersores de água para tornar o jogo mais rápido. Será que o simulador reconhece a importância da falta útil. Será que o simulador reconhece a importância do carregador de piano.
Impossível. Poderá permitir um alargado conhecimento da base de dados que comporta, mas está longe da realidade. Seria interessante ver um meio-campo construído com base no sistema holandês de três defesas, que no meio campo incluísse Robben e Afellay nas alas, Van der Vaart e Sneijder no centro apoiando um triâgulo invertido composto por Van Persie, Huntelar e Kuyt. Hino ao futebol ofensivo, capaz de levar a sua equipa no simulador de futebol às vitórias, apresentando uma média de golos fora do normal, mas de praticalidade real irrealizável.
Já para não falar dos milhentos jogos online conhecidos como Fantasy Football, onde se privilegia o médio que faz assistências, os jogadores que raramente levam amarelos, em detrimento daquele jogador, que embora invisível, carrega a equipa às costas, não marca golos, mas com as suas tarefas defensivas dá estabilidade a uma equipa que pretende ganhar competições que são maratonas e não corridas de 100 metros que se resolvem em poucos segundos.
Ser treinador de sofá é fácil.






